quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Saudações...

Oi, tudo bem?
Bom, creio que muitos talvez saibam o que sou... ou melhor, quem sou.

Sou a parte fundamental da vestimenta dos homens... Uma lapela, ou um lapela, é o rebuço do paletó... É o "borogó" (da roupa) que as mulheres agarram e ficam fascinadas...

  • Bom..., o por que do Craft?
Isso porque pra ser Lapela é necessário muita astúcia... é preciso ser artista...

Eu sei me dar bem... Pois vejo o mundo de cima!
Sei o que Elas querem, o que Elas desejam...
Sei quando preferem um bom moço ou um fantástico diabinho!
Sei rir na hora certa, sei sofrer junto dElas...
Não cometo gaffs (nunca chamei uma donzela de gorda...) e isso é o que Elas mais apreciam...
E por fim... porque enfim... ah, não sei! (risos)

  • O que eu faço aqui?
Bom, essa não é difícil...

A minha plateia pedeu o assento... (ou seria acento? [risos])
Não sei ao certo porque estou aqui... quero escrever, apenas isso...
Sinto-me constrangido em não poder seduzir as lindas mulheres que vejo... preciso sempre me contentar com a doce e apreciada rosa que sobre mim é espetada (na maioria das vezes).
Preciso respirar,
preciso andar...
preciso gritaaar!

Preciso viver...

  • O que eu venho falar aqui?
Essa é boa!

Vim fazer o que todos os caras fazem... (calma, não falo de me masturbar) eu vim escrever!
Sim, escrever coisas úteis, e fúteis também...
Gosto do quente, do gelado... do calor e a neve...
Gosto de correr e andar, me contradizer...
Filosofar... Tomar café... Vai um capuccino ai? (risos)
Vim escrever minhas asneiras...
e se há alguem neste mundo que não goste de escrever asneiras... é um complexado!
As bagatelas do dia a dia nos faz ver que a vida pode ser simples... que a folha cai da árvore simplesmente porque é hora de cair... tudo bem, quem sou eu pra falar de vida, não é?
Garanto que não sou muito... mas graças ao meu esforço, posso mais do que devia.

  • Quem vai ler?
Bom... isso eu ainda não pensei... acho que talvez... você esteja lendo, certo?


Acompanhe o decoro das minhas "falácias"...

Ah,
e o prazer é tooodo meu!
Volte quando quiser...

Lapela, C.

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