Oh sim... chegou a hora de rosa!
Esta foi elaborada sem nenhum apetrecho humano.
Esta que contem resguardada o mais singelo aroma... será cravada sobre mim.
Sim, Eu, um lapela.
Um lapela inDIGNO da beleza do augusto penhor de sua total realeza.
A rosa, caro leitor, é para mim a maior de todas as honras.
Porque é o reconhecimento do poder de sedução e de presteza que tenho.
É a gratidão pelos serviços que presto à Ele.
A rosa, querido leitor,
É para mim a mulher a qual não pude me deleitar...
É a mais simples e a mais exuberante das criaturas.
É o último suspiro vital da alma...
Para uns (camisa) a gravata, à outros (bolso) o lenço... à muitos (botões) as casas...
Mas... somente à mim, a rosa.
Lapela, C.
domingo, 24 de janeiro de 2010
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